[Review] Back to the Future: The Game – episódio 1

Adaptações de filmes sempre foram uma coisa complicada na história dos jogos eletrônicos. Na maioria das vezes foram caça-níqueis, sendo poucas as que realmente transcenderam o momento. De Volta para o Futuro já teve vários adaptações, desde o NES até Pinball.

Depois de 25 anos, de Volta para o Futuro recebe o tratamento adventure pela Tell Tale Games. A empresa esta sendo uma das responsáveis por manter o gênero vivo, com novas aventuras de Sam & Max e do adorável amante de grog, GuyBrush Threepwood de Monkey Island. É um fechamento de ouro para o aniversário da trilogia, já que os filmes em blu-ray saíram esse ano.

Para um fã da trilogia, foi um grande motivo de alegria poder curtir uma nova aventura da cine-série, bem melhor do que qualquer quarto filme que certamente seria um desastre (o apócrifo Indy 4 que o diga). O formato tradicional da TellTale é episódico/seriado, onde logo no inicio você compra o jogo inteiro, mas vai recendo os episódios das aventuras em partes. No caso de BTTF são cinco episódios por US 24,95.

Vamos então a análise do 1º episódio, o esperado retorno de BTTF aos games.

História e  Gameplay

O jogo teve consultoria do produtor original dos filmes Bob Gale e podemos notar isso nos detalhes. A história é bem amarrada e interessante, usando bem os personagens clássicos, introduzindo novos, e projetando outros no passado como é tradicional na série.

O gameplay é algo confinado. As áreas são pequenas, você mal pode explorar outros tempos antigos de HillValley. Para controlar o Martin McFly podemos usar o mouse ou o teclado. A posição fixa da câmera trás alguma confusão, pois ficamos meio sem saber onde podemos nos movimentar, e a restrição de movimento é grande. Espero que melhorem isso nos próximos episódios.

Os puzzles típicos de adventures estão ali. Não há nenhum muito difícil para quem já jogou muito o gênero, e para os iniciantes existe um sistema de dicas integrado que já virou norma nos adventures modernos. Nem tentem combinar items pois nesse 1º episódio isso não é necessário! 🙂

Gráficos

Os gráficos são muito interessantes. São bem cartoon, não buscam um hiper-realismo, mas são bem detalhados. O jogo é renderizado 3D mas de uma forma bem discreta. A abertura, uma reconstituição da primeira viagem temporal do DeLorean, é quase de arrepiar.

Som

O jogo tem a dublagem do Christopher Lloyd,  o que trás um brilho fantástico ao jogo. Ainda bem que na falta do original, conseguiram um sound-alike quase perfeito do Michael J. Fox. Efeitos especiais originais são bem usados, além é claro do inesquecível tema. Em termos do jogo em si, os efeitos sonoros poderiam ser mais trabalhados, mas esta dentro do razoável, considerando um lançamento de uma pequena software house.

Conclusão

Ainda é cedo para chegarmos a um veredicto completo mas o primeiro episódio foi uma ótima, embora curta, introdução a essa recriação do mundo de BTTF no reino dos adventures.  De qualquer modo, imperdível para fãs da série. Agora é aguardar o próximo episódio que sai em fevereiro!

AVALIAÇÃO:

VEREDICTO: Jogue, vale a pena.

Nova serie de Galactica: Blood and Chrome

Apesa do estranho nome, e que vai ajudar a confundir com Spartacus, foi anunciada uma nova série de Galactica, para total alegria dos fãs: Galactica: Blood and Chrome.

Dessa vez a timeline será entre Caprica e a própria série “reimaginada”, contando o inicio da carreira do William Adama e seus primeiros dias na BSG.

Pelo vista Galactica esta seguindo a passos largos o universo de Star Trek, e porque não Stargate, com multiplas séries.

Mais detalhes:
http://www.thehdroom.com/news/Syfy-Orders-New-Battlestar-Galactica-Blood-and-Chrome-Pilot/7652

600 personagens da Hanna Barbera

Companheiros da infância de muita gente, os personagens Hanna Barbera atravessaram gerações. Renascidos para as gerações modernas em desenhos como o Laboratório de Dexter e As Meninas Super-Poderosas, os estúdios Hanna Barbera nos brindaram com desenhos dos mais diversos, com animação muitas vezes sofrível, mas que de todo modo divertiu (e diverte) a criançada e muitos adultos. Temos desde famílias inesquecíveis como os Flintstones, Jetsons e  os Muzzarellas, passando por todo o reino animal com tartarugas, leões, formigas  e etc. Temos desde desenhos sérios como o Vale dos Dinossauros até fórmulas abusadas como a Corrida Maluca.

Teve gente que já gastou coluna na Veja detonando os pobres desenhos. Esta certo que alguns funcionam mais para crianças mas a maior parte deles ainda são divertidos para qualquer idade.

Um site que admiro e já existe há anos é o do Henrique Kywal, talvez o mais completo do Brasil sobre Hanna-Barbera, e quiça do mundo! Leiam nele uma breve história do estúdio e depois curtam esse sensacional site!

Ajude sua memória dando antes uma olhada na listagem abaixo de alguns dos desenhos da HB mais conhecidos no Brasil. Depois cliquem na fantástica figura do artista chileno Juan Pablo Bravo que tem 600 personagens da Hanna Barbera desenhados. Tenham paciência pois a imagem é gigantesca mas vale a pena!

A lista de clássicos é (quase) infinita:

As Aventuras de Gulliver
A Tartaruga Tuchê
Bibo Pai & Bóbi Filho
Carangos e Motocas
Corrida Espacial Corrida Maluca
Dinamite, O Bionicão
Esquadrilha Abutre
Formiga Atômica
Frankstein Jr.
Galaxy Trio
Homem Pássaro
Hong Kong Fu
Jonny Quest
Josie e As Gatinhas
Leão da Montanha
Lula Lelé
Maguila, O Gorila
Manda-Chuva
Mightor Moby
O Urso do Cabelo Duro
O Vale dos Dinossauros
Olho Vivo e Faro Fino
Os 4 Fantásticos
Os Cavaleiros da Arábia
Os Flintstones
Os Herculóides
Os Jetsons
Os Muzzarellas
Os Smurfs
Os Três Mosqueteiros
Pepe Legal
Peter Potamus
Polícia Desmontada
Sansão e Golias
Scooby-doo
Tom & Jerry
Tutubarão
Ursuat
Wally Gator
Xodó da Vovó
Zé Buscapé
Zé Colméia